Como o Orçamento Anual pode ajudar nas suas finanças

O que é um homebroker?

Muitas pessoas têm dificuldade de montar um orçamento doméstico eficiente, com um diagnóstico de como estão as finanças, de quanto está sobrando ou faltando, de qual a real situação financeira da família no momento. Um orçamento anual pode dar maior clareza para se planejar ao longo do ano e neste artigo eu vou dizer o porquê.

Orçamento mensal

O nosso velho conhecido orçamento mensal é uma forma de planejamento e controle financeiro importantíssima. Nele, você coloca seus rendimentos (salário e rendas extras, por exemplo) e os gastos (contas, mensalidades, mercado, etc). É um excelente método para acompanhar suas finanças, mas conta com falhas.

Gastos eventuais

Provavelmente você sabe os grandes gastos mensais de cabeça: aluguel, mensalidade de um curso. Há os gastos que variam ao longo do mês, mas que têm uma base mensal parecida, como mercado, por exemplo.

O problema são os gastos anuais, que não são mensais.

IPTU, IPVA, presentes em datas especiais, revisão de carro, seguros, matrícula escolar. Alguns desses gastos, embora possam ser parcelados, ocorrem em uma base anual. O salão de beleza, procedimentos estéticos, viagens, podem ocorrer numa base trimestral. E estes gastos também precisam ser previstos no orçamento.

A melhor saída é o orçamento anual.

Orçamento anual

Com um orçamento anual, você consegue prever toda a renda do seu ano (salário mensal multiplicado por 12, + férias, + décimo terceiro, por exemplo) e seus gastos, também de forma anual.

Assim, fica mais fácil prever aqueles gastos que não acontecem todo mês, mas acontecem todo ano.

Para tanto, é preciso listar todos os gastos e todas as rendas que você espera ter no ano. Conforme você puser tudo no papel, aos poucos vai lembrar de outras coisas que ficaram de fora. Basta acrescentar.

Ao final, você terá um diagnóstico mais preciso das suas contas, sabendo exatamente quanto sobra e se sobra.

O que fazer?

Se perceber que os gastos anuais ultrapassam as renda, não tem jeito: algo precisa ser feito.

Há dois caminhos que não são mutuamente excludentes: aumentar renda e/ou readequar o padrão de vida, reduzindo os gastos.

A combinação de ambos é o que vai trazer um reequilíbrio para as contas, de modo a gerar sobras e tranquilidade financeira.

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